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O MÉTODO MOVE

Quatro decisões antes
da primeira peça.

A maioria das marcas começa pelo que é visível: o post, o anúncio, o vídeo. Quando o resultado não vem, produz mais do mesmo. A Move começa pelo que ninguém vê. Estas são as quatro decisões que a gente toma com cada cliente, e o que cada uma entrega na prática.

Inverter o funil

O funil que o mercado aprendeu começa no seguidor e termina na venda. Ele constrói audiência grande e receita pequena, porque trata quem já comprou como etapa encerrada. A gente inverte a ordem: o ponto de partida é a comunidade que já compra de você.

Quem compra e volta gera engajamento real. Engajamento real amplia o alcance sem precisar comprar cada visualização. O alcance traz seguidores que chegam já confiando, porque viram outras pessoas confiarem antes. O cliente novo custa menos porque alguém fez parte da venda por você.

  1. 01Comunidade
  2. 02Vendas
  3. 03Engajamento
  4. 04Alcance
  5. 05Seguidores

Na prática, a Move entrega

  • Mapa de quem já compra, com que frequência e por qual motivo
  • Ações para aproximar cliente de comunidade: conteúdo, relacionamento e indicação
  • Recompra e indicação acompanhadas com o mesmo peso que alcance e seguidores

Declarar o
posicionamento

Sem uma declaração de posicionamento, toda conversa com o cliente termina em preço. Ele compara o que consegue comparar, e o que sobra para comparar é o valor.

Cinco definições mudam isso. Elas precisam caber em uma frase que o time inteiro saiba repetir, do comercial ao atendimento. Se cada pessoa da empresa descreve a marca de um jeito, o mercado escuta cinco marcas diferentes e não lembra de nenhuma.

Categoria
Onde sua marca está em relação aos concorrentes
Solução
A oferta específica que você entrega
Público
O maior grupo que sua marca atrai de verdade
Diferença
O que só você entrega, e ninguém mais pode
Problema
O que deixa de existir quando contratam você

Na prática, a Move entrega

  • Declaração de posicionamento em uma frase, validada com o time
  • Mensagem principal para cada público que a marca atende
  • Critérios claros do que a marca diz e do que ela nunca diz

Quem parece igual compete igual.

Orquestrar
os canais

Canal não é lugar para repetir a mesma peça em formatos diferentes. Cada um carrega uma função, um tom e uma métrica própria. Instagram constrói desejo. YouTube constrói autoridade. Mídia paga gera demanda com previsibilidade. A base própria converte interesse em receita recorrente.

Definidos assim, os canais se somam e cada um empurra o cliente para o próximo passo. Soltos, competem entre si pela mesma atenção e ninguém sabe dizer qual deles vendeu.

CanalFunçãoO que medimos
InstagramDesejo e percepção de valorAlcance qualificado e salvamentos
YouTubeProfundidade e autoridadeTempo assistido e retenção
Aquisição pagaDemanda com previsibilidadeCusto por oportunidade real
Base própriaRelacionamento e receitaRecorrência e conversão

Na prática, a Move entrega

  • Papel definido para cada canal, com o tom e a métrica de cada um
  • Calendário integrado, em que um canal prepara o terreno do outro
  • Painel com uma métrica principal por canal, revisado todo mês

Conteúdo que
nasce da estratégia

Com público, posicionamento e promessa definidos, o que dizer deixa de ser palpite semanal. A pauta sai da estratégia, e não da última tendência que apareceu no feed.

Os formatos que funcionam na plataforma entram traduzidos para o universo da marca, não copiados dele. É a diferença entre uma marca que acompanha a internet e uma que é reconhecida dentro dela, mesmo quando o logo não aparece.

  • Público certo
  • Posicionamento claro
  • Promessa que vale a atenção

Na prática, a Move entrega

  • Linhas editoriais que derivam do posicionamento, não do calendário de datas
  • Formatos testados na plataforma e adaptados à identidade da marca
  • Rotina de análise: o que performou, por que performou e o que muda

Marca é percepção acumulada.

Estética sem direção é decoração.
Essas quatro decisões vêm antes da primeira peça.